Acompanhantes por opção e escolha (2)
Março 28, 2008
A minha amiga B., por exemplo, gosta de ser acompanhante e o assume, e eu muito a admiro – também – por causa disso. Acima de tudo, acredito e concordo que ela goste mesmo de ser acompanhante porque vou acompanhando o seu trabalho diário na web, além de já termos tido alguns clientes em comum.
Quanto aos clientes em comum, acho praticamente impossível uma acompanhante estar há mais de um ano na actividade em Portugal e não ter pelo menos um cliente em comum com as outras acompanhantes.
Portugal é muito pequeno, como sabem. Mas aí vocês me dizem: “Mas ah, as acompanhantes são diferentes entre si, ou na postura, ou em características pessoais, ou em prestação de serviços, etc., por isso pode ser que você não tenha os mesmos clientes que a B. e ela não tenha os mesmos clientes que você.”
Sim, em parte é verdade, mas apenas em parte. Certamente uma acompanhante não tem os mesmos clientes que uma outra, mas um, pelo menos um deles elas têm em comum, porque há coisas que podem ser importantes para algumas pessoas que para outras já não.
Falemos por exemplo do factor idade. Eu estou ainda na casa dos 20 e a B. na casa dos 30, mas isso não quer dizer, de forma alguma, que eu seja melhor que a B. porque estou na casa dos 20 (muito pelo contrário; eu, na minha opinião, acho que com o tempo vamos adquirindo maturidade e nos tornamos cada vez melhores, pelo menos é o que vejo de mim hoje, muito melhor do que era há 6 anos atrás). É claro que há aqueles clientes para os quais o factor idade será muito importante, mas há também aqueles para os quais isso não é o factor principal. Por isso apesar da idade, tanto eu quanto a B. já tivemos clientes em comum.
Aí você fala da questão da tabela, a B. tem uma tabela muito superior à minha, aquele que pode estar comigo talvez não possa estar com ela. Se assim fosse eu não teria atendido pessoas que já estiveram com ela e vice-e-versa. Aliás, tenho um cliente que é completamente fascinado por ela, e que, apesar de já ter me visitado algumas vezes por uma hora (por 100), ele também visita casas de meninas a 30€. E nem por isso ele deixaria de visitar a B. e de aceitar as condições dela, aliás, o único factor que impede que ele se encontre com ela é o facto de que é ela que não gosta de rapazes muitos novos, e ele o é, apesar de ser um rapaz maduro para a idade que tem, aliás, conversando com ele ninguém pensa que é tão novo. Já não falo com ele há algum tempo, mas sei que já entrou em contacto com ela, ou seja, a tabela não é sempre o factor principal, se uma pessoa quer estar com uma outra basta que ela aceite as condições da outra pessoa.
Aí você me fala do factor localização, eu estou em Lisboa e a B. também e por isso podemos ter um ou alguns clientes em comum. Nada a ver. A B. já me indicou para um cliente quando eu estava na Zona Centro, e foi lá que o atendi. A minha amiga Ana Carla, por exemplo, está no Porto, e tanto já atendi clientes dela aqui em Lisboa como ela já atendeu clientes meus aqui de Lisboa lá no Porto.
Aí você me fala de características em comum, e começa pela nacionalidade. Eu e a Ana Carla somos da mesma nacionalidade, mas eu e a B. não. Aí você fala do tipo de corpo, e ninguém pode dizer que eu, a B. ou a Ana Carla temos os corpos parecidos. A B. por exemplo tem toda uma silhueta de modelo, a Ana Carla tem aquela cor invejável, e nem por isso deixamos de ter clientes em comum.
Aí você fala dos tipos de “serviços”, e outra vez se engana. Eu raramente aceito fazer anal, conto nos dedos da mão as vezes que fiz. A B., segundo me parece, não faz simulação masculina. A Ana Carla, segundo li uma vez no seu blog, ainda se assusta com alguns pedidos ao telefone. Isso porque, para alguns – bons – clientes, o que procuram numa acompanhante é em primeiro lugar a companhia dela. O resto são detalhes.
Março 28, 2008 at 5:44 pm
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Março 28, 2008 at 6:33 pm
[...] Como disse, acredito – e admiro – na B. quando ela diz que gosta de ser acompanhante porque há toda uma série de argumentos e uma consistência nos seus actos. Você vê na postura, no profissionalismo, no trabalho todo que faz a nível de imagem, etc., etc. Quem pensa que não dá trabalho está muito enganado. Ser sério dá mais trabalho do que não ser. [...]