Em alguns aspectos o acompanhamento – ou por regra, algumas posturas de muitas pessoas que dizem praticar o acompanhamento, ou seja, serem acompanhantes – é pior que a prostituição.
Excepto aquelas amigas das quais já falei aqui no blog, excepto mais algumas que conheço e gosto, mas de quem não falo aqui porque não têm um espaço na web, excepto mais algumas poucas que tenho boas referências através de bons clientes sobre elas, excepto mais algumas poucas que penso que serão boas pessoas e consequentemente boas profissionais… desculpe a expressão, de resto considero o acompanhamento em Portugal uma merda.
Do que estou falando? Estou falando num “acompanhamento” que não é acompanhamento, mas apenas um nome bonitinho usado para se dizer “eu cobro mais caro”. Estou falando numa política apolítica. Estou falando numa postura, vezes e vezes constatada, em que apenas se segue o que o outro faz.
Sempre fui sincera desde o princípio, não comecei no acompanhamento, para chegar nisso tive que inclusive mudar muita coisa que estava errada, ou errada para os parâmetros do acompanhamento. Sim, fui prostituta, e não tenho a mínima vergonha de confessá-lo. Sim, trabalhei em locais com altas e baixas tabelas, e confesso, não era o valor da tabela que fazia com que tivesse melhores ou piores clientes, há pessoas e pessoas em todos os lugares e cenários.
Aí você se torna acompanhante porque vê que tem mais lógica, porque vê que tem uma filosofia mais justa e digna. Aí se você olha para os lados logo pensa: a prostituição parecia mais honesta.
Continuo esse post em breve…