A minha sorte é que posso me defender com o nome que melhor me define, amante profissional. Porque se não tivesse começado a me expor na web através do nome Terapeuta Sexual, que foi o que primeiro me “popularizou” – e que inclusive me distinguiu numa época em que os conceitos se baseavam no “mais do mesmo” – e logo depois avançado para Amante Profissional - uma definição muito mais ampla, que engloba não só a terapia do sexo ou do sexo enquanto terapia como na primeira definição, mas todo um conjunto de factores, sem excluir outras vertentes enquanto seres humanos, sensações e os sentimentos, meus e daqueles que me procuram – e tivesse que escolher entre um ou outro, acompanhante ou prostituta…  Bem, olhando para o lado eu teria excelentes referências, mas numa questão quantitativa teria péssimas, por isso se não tivesse pensado nessas outras definições, em função de tanta coisa ruim que vejo talvez me sentisse melhor me definindo como prostituta do que enquanto acompanhante.

Porque em termos quantitativos você olha para os lados e vê umas posturas que Deus me livre, e aí você pensa: “Ser acompanhante é então isso? Ih, eu não sou isso aí não”.

Aí você me diz: “Mas ah, Paula Lee, você já não tinha dito que a diferença entre a prostituição e o acompanhamento era que no primeiro as pessoas estavam forçadas, a fazer algo que não queriam?” Sim, eu disse. Mas tem aquela coisa do “nome bonitinho”. Aquela acompanhante que está com o cliente apenas porque é “mais um que paga” é prostituta na mesma, a diferença é que, porque ganha mais que a prostituta com um único cliente, talvez ainda force um sorriso na cara e arrebente as cordas vocais com um gemido, e nesse aspecto admiro muito mais a honestidade e a frontalidade da prostituta – aquela que não se diz acompanhante, que cobra menos mas que não significa que vai ser melhor ou pior apenas por causa disso. Aliás, aquela que se denomina acompanhante mas que atende um cliente apenas por ser “mais um que paga” para mim é muito mais prostituta que a pior prostituta. Porque a pior prostituta ainda recusa alguns tipos de clientes, enquanto esse tipo de acompanhante acha que tudo na vida tem um preço.

Em alguns aspectos o acompanhamento – ou por regra, algumas posturas de muitas pessoas que dizem praticar o acompanhamento, ou seja, serem acompanhantes – é pior que a prostituição.

Excepto aquelas amigas das quais já falei aqui no blog, excepto mais algumas que conheço e gosto, mas de quem não falo aqui porque não têm um espaço na web, excepto mais algumas poucas que tenho boas referências através de bons clientes sobre elas, excepto mais algumas poucas que penso que serão boas pessoas e consequentemente boas profissionais… desculpe a expressão, de resto considero o acompanhamento em Portugal uma merda.

Do que estou falando? Estou falando num “acompanhamento” que não é acompanhamento, mas apenas um nome bonitinho usado para se dizer “eu cobro mais caro”. Estou falando numa política apolítica. Estou falando numa postura, vezes e vezes constatada, em que apenas se segue o que o outro faz.

Sempre fui sincera desde o princípio, não comecei no acompanhamento, para chegar nisso tive que inclusive mudar muita coisa que estava errada, ou errada para os parâmetros do acompanhamento. Sim, fui prostituta, e não tenho a mínima vergonha de confessá-lo. Sim, trabalhei em locais com altas e baixas tabelas, e confesso, não era o valor da tabela que fazia com que tivesse melhores ou piores clientes, há pessoas e pessoas em todos os lugares e cenários.

Aí você se torna acompanhante porque vê que tem mais lógica, porque vê que tem uma filosofia mais justa e digna. Aí se você olha para os lados logo pensa: a prostituição parecia mais honesta.

Continuo esse post em breve…

Boa pergunta, obrigada! Se não tivesse perguntado eu esquecia de explicar… ;)

Sim, daqui a pouco respondo a tal pergunta que afinal tem se mostrado mais frequente, risos, estão querendo saber sobre a ejaculação precoce!

Mas primeiro vamos a esta pergunta relacionada com o post abaixo sobre quando eu digo: «O que acontece é se duas pessoas adultas o querem e se estão preparadas para isso.»

Uma pessoa atenta – como disse não vou revelar nomes ou e-mails aqui – pergunta: Quando então o cliente pode “não estar preparado” para fazer sexo?

Sim, uma excelente pergunta, até porque a gente sabe, todo mundo ou quase todo mundo gosta de sexo.

Mas o que também devemos saber é que a gente não pode avaliar os outros – e os seus desejos e expectativas – apenas conforme aquilo que a gente pensa ou vive.

As pessoas não são iguais e por isso não gosto de generalizar, por essa razão adoro dar exemplos, porque só assim vocês podem perceber as outras realidades.

Então vamos a um exemplo… Imagine um homem que foi traído ou que cisma que foi traído pela esposa.

Conseguiu imaginar? Não, você não conseguiu imaginar… Pense melhor… Pense no quanto o homem é ferido com a traição… Pense no ego… Pense em como esse homem vai estar se sentindo… Pense no que ele imagina como razão para ter sido traído… Sim, pense, pense, pense, porque é isto o que faço quando estou com um cliente, pensar, reflectir, analisar. Claro, a minha vantagem é que no meu caso eu tenho o cliente à minha frente para me dar algumas respostas, enquanto a vocês ficam apenas as perguntas. Mas pensem…

Não é o “cliente-padrão”, mas já devo ter atendido uns dez que se encaixam nessa situação, apesar de claro, ainda assim as situações não serem completamente iguais porque cada um tem o seu histórico. 

Ele chega com um objectivo interno de se vingar da esposa, ou seja, ‘ah, ela me traiu e eu vou trair também, preciso fazer isso para me sentir melhor’. Mas vai se sentir melhor mesmo? É isto que eu, enquanto acompanhante, enquanto amante profissional e terapeuta sexual tenho que descobrir.

É muito fácil pensar que sim ou pensar que não sem analisar todos os factores. Há pessoas e pessoas e cada uma tem a sua história, e eu posso até estar com vontade de fazer sexo com ele, mas não poderei fazê-lo se não sentir que é esta realmente a sua vontade e que isso vai lhe fazer bem.

Porque, usando esse exemplo do homem que foi traído, pode ser que eu esteja com um que sim, isso resolva o problema dele – falando psicológica ou moralmente – e há casos em que o homem – principalmente se ele nunca tiver traído a esposa, se for apaixonado por ela e talvez nunca nem olhado para outra mulher – vai se sentir péssimo depois, vai sentir que fez a coisa errada ao procurar uma acompanhante em função da traição da esposa.

Eu sei que muito homem pensa que deve mostrar que é homem, que não pode ter amigas que não possa ir com elas para a cama, que deve fazer sexo com qualquer coisa que tenha saia, não respeitando nem aos padres, risos… Mas ao contrário do que pensam, há homens que não são assim! Há homens que têm sentimentos e que não deixam de ser homens por causa disso, aliás, para mim um homem que não tem sentimentos nem é homem, mas um bicho qualquer.

Imagine então, para piorar ainda o cenário, que este homem que acha que foi traído depois descobre que afinal não foi, que foi apenas uma cisma da cabeça dele?

E claro, há aí também outro detalhe: ele está me procurando mas não por mim, mas em função do que lhe aconteceu com a esposa, ou seja, o foco não sou eu, é ela, e ao invés de estarmos os dois na cama, a sensação será de estarmos três ou quatro (eu e ele, a esposa e o tal amante da esposa).

Fazer sexo com ele podia ser fácil, era só abrir as pernas. Ele tanto poderia seguir apenas o seu corpo e ter a ejaculação comigo, como também poderia estar com a cabeça lá na esposa – e por isso perder a erecção – e sair frustrado porque afinal não conseguiu “trair de facto” (rs).

Mas eu não vou pelo caminho fácil. Eu vou pelo caminho que entendo como certo, aquele que poderá ser bom para mim e para ele. Amanhã a gente não pode voltar atrás e corrigir o que fez de errado ontem.

Essa é a segunda pergunta que recebo – a primeira é igual à terceira, por isso vou deixar para responder tudo junto – acho que é sobre a parte em que digo na reportagem sobre o tal cliente com quem não faria sexo, ficando apenas a conversar, e antes explico que é uma opinião e postura minhas.

Quando falava sobre isso na reportagem, explicava que o sexo não é uma obrigatoriedade, o sendo é prostituição.

Para quem está acostumado a frequentar bordéis e casas de convívio é habitual se pensar que é obrigatório o sexo, quando não é. O que acontece é se duas pessoas adultas o querem e se estão preparadas para isso. Além do mais, tudo que é obrigação perde a graça, pelo menos para aquele que é “obrigado”, e sexo feito entre menos de duas pessoas é masturbação.

P.S.: Ainda estou online, podem continuar mandando as perguntas. Salve o teclado, vai precisar de lubrificante… ;)

Explicando o que aparece no fim:

Quando digo da sensação do corpo a rasgar estou falando da diferença entre prostituição e acompanhamento, o número de clientes que se atende num mesmo dia. Explicava para a jornalista que o problema para uma prostituta não é a vagina, porque, depois de várias penetrações, para a vagina há o gel que pelo menos ajuda dando lubrificação… mas o resto do corpo – e o emocional – depois de tantos toques, tantas mãos e bocas, um puxa dali, outro aperta, outro chupa… isso é o que é mais difícil para uma prostituta, a resistência.

Continuem me mandando perguntas, aproveitem que estou online, estou separando as perguntas para ir dando as respostas.

Mas como eu ia dizendo…

Há que se ter cuidado com a mentirada que há por aí.

Como disse, acredito – e admiro – na B. quando ela diz que gosta de ser acompanhante porque há toda uma série de argumentos e uma consistência nos seus actos. Você vê na postura, no profissionalismo, no trabalho todo que faz a nível de imagem, etc., etc. Quem pensa que não dá trabalho está muito enganado. Ser sério dá mais trabalho do que não ser.

Mas eu não acredito em muita gente que diz que gosta de ser acompanhante, porque falta essa consistência, porque falta esse “reconhecimento”. Primeiro porque, por vezes, a garota diz que gosta de ser acompanhante e nem é acompanhante, esse foi apenas “um nome bonitinho para o que faz”. Ou às vezes nem faz.

Um exemplo muito comum… Às vezes a pessoa afirma que gosta de ser acompanhante. Aí você pergunta a razão e a pessoa responde: “Porque gosto de sexo, porque gosto muito de sexo”. Claro, é isso o que o cliente quer ouvir. (Como se fosse muita novidade alguém gostar de sexo, ou como inclusive quisesse dizer que toda pessoa que gostasse de sexo tivesse que ser prostituta, ou acompanhante, a tal palavrinha que utilizam).

Se uma pessoa gosta de sexo, nem seria normal que ela fosse acompanhante ou prostituta (digo, se fosse esta a razão principal como dizem).

Porque se é apenas um desejo por sexo, este é conseguido com uma facilidade muito maior fora do acompanhamento ou da prostituição. Veja só, você vai num bar ou numa discoteca, e convenhamos, o simples facto de ser mulher garante que, se você quiser, poderá ter sexo com um ou com vários homens.

Você pode andar na rua e lançar um olhar para alguém, e de repente estarem a fazer sexo, simples assim.

Acham que é complicado para uma mulher arranjar alguém para fazer sexo? Difícil é encontrar alguém para casar, ou para namorar, para te enviar flores, para ir contigo num museu, para cuidar de você quando está com febre, para te ligar no dia do seu aniversário… para fazer sexo é muito fácil encontrar alguém, você nem precisa de procurar. 

Até numa casa de prostituição o cliente precisa ir até lá, ou precisa ligar antes, saber as condições, etc., etc., e o sexo que deveria ser “fácil” não é tão fácil assim, afinal há uma série de regras. Sexo fácil, para mim, é quando ando na rua, olho para um homem e ele olha para mim, a gente tem vontade, vai e faz, o resto é tudo muito complicado.

Enquanto amante profissional, mais complicado ainda. Eu podia dizer, “gosto muito de sexo”, o que não seria uma mentira. Mas era o mesmo que responder aquela pergunta “qual é a sua posição favorita”. Eu prefiro estar por cima, é verdade, afinal sou tântrica e não fujo à regra, mas na verdade a minha posição favorita – ou o que quer que seja – vai depender também do outro, o que sinto com uma pessoa não é o mesmo que sinto com outra. Tenho por exemplo um cliente com quem adoro fazer sexo de pé, o que não quer dizer que vou querer fazer sexo de pé com todos os homens, é apenas uma coisa entre eu e ele, uma sensação, uma vontade que dá, não há algo que se aplique em todos os casos.

Sexo por sexo é algo muito simples, o que quero é algo muito além.

Aí você me diz: “Hum, então é porque há uma panelinha”. Não é isso não. Se falo da B. ou da Ana Carla no post abaixo é porque com elas tenho maior liberdade e porque tenho boas referências delas por parte dos clientes que temos em comum.

Mas claro que há outras – muitas!!! – mais desconhecidas na web, ou que inclusive nem estejam na web, de quem já ouvi falar, com quem “divido” clientes em comum.

A única diferença diz respeito ao acto de indicar. É claro que, se vários bons clientes não me dão boas referências sobre uma acompanhante, não vou indicá-las para alguém, nem mesmo vou citá-las no blog.

E sim, já indiquei acompanhantes sem conhecê-las, simplesmente porque tinha referências de boas pessoas. Claro, só conta como boa referência se vem de uma boa pessoa, e não de um desconhecido qualquer ou de um “ouvi falar”.

Mas uma coisa é certa… Se nunca algum cliente meu esteve com uma acompanhante, nem nunca esteve com as amigas citadas abaixo… essa acompanhante nem existe.

A minha amiga B., por exemplo, gosta de ser acompanhante e o assume, e eu muito a admiro – também – por causa disso. Acima de tudo, acredito e concordo que ela goste mesmo de ser acompanhante porque vou acompanhando o seu trabalho diário na web, além de já termos tido alguns clientes em comum.

Quanto aos clientes em comum, acho praticamente impossível uma acompanhante estar há mais de um ano na actividade em Portugal e não ter pelo menos um cliente em comum com as outras acompanhantes.

Portugal é muito pequeno, como sabem. Mas aí vocês me dizem: “Mas ah, as acompanhantes são diferentes entre si, ou na postura, ou em características pessoais, ou em prestação de serviços, etc., por isso pode ser que você não tenha os mesmos clientes que a B. e ela não tenha os mesmos clientes que você.”

Sim, em parte é verdade, mas apenas em parte. Certamente uma acompanhante não tem os mesmos clientes que uma outra, mas um, pelo menos um deles elas têm em comum, porque há coisas que podem ser importantes para algumas pessoas que para outras já não.

Falemos por exemplo do factor idade. Eu estou ainda na casa dos 20 e a B. na casa dos 30, mas isso não quer dizer, de forma alguma, que eu seja melhor que a B. porque estou na casa dos 20 (muito pelo contrário; eu, na minha opinião, acho que com o tempo vamos adquirindo maturidade e nos tornamos cada vez melhores, pelo menos é o que vejo de mim hoje, muito melhor do que era há 6 anos atrás). É claro que há aqueles clientes para os quais o factor idade será muito importante, mas há também aqueles para os quais isso não é o factor principal. Por isso apesar da idade, tanto eu quanto a B. já tivemos clientes em comum.

Aí você fala da questão da tabela, a B. tem uma tabela muito superior à minha, aquele que pode estar comigo talvez não possa estar com ela. Se assim fosse eu não teria atendido pessoas que já estiveram com ela e vice-e-versa. Aliás, tenho um cliente que é completamente fascinado por ela, e que, apesar de já ter me visitado algumas vezes por uma hora (por 100), ele também visita casas de meninas a 30€. E nem por isso ele deixaria de visitar a B. e de aceitar as condições dela, aliás, o único factor que impede que ele se encontre com ela é o facto de que é ela que não gosta de rapazes muitos novos, e ele o é, apesar de ser um rapaz maduro para a idade que tem, aliás, conversando com ele ninguém pensa que é tão novo. Já não falo com ele há algum tempo, mas sei que já entrou em contacto com ela, ou seja, a tabela não é sempre o factor principal, se uma pessoa quer estar com uma outra basta que ela aceite as condições da outra pessoa.

Aí você me fala do factor localização, eu estou em Lisboa e a B. também e por isso podemos ter um ou alguns clientes em comum. Nada a ver. A B. já me indicou para um cliente quando eu estava na Zona Centro, e foi lá que o atendi. A minha amiga Ana Carla, por exemplo, está no Porto, e tanto já atendi clientes dela aqui em Lisboa como ela já atendeu clientes meus aqui de Lisboa lá no Porto.

Aí você me fala de características em comum, e começa pela nacionalidade. Eu e a Ana Carla somos da mesma nacionalidade, mas eu e a B. não. Aí você fala do tipo de corpo, e ninguém pode dizer que eu, a B. ou a Ana Carla temos os corpos parecidos. A B. por exemplo tem toda uma silhueta de modelo, a Ana Carla tem aquela cor invejável, e nem por isso deixamos de ter clientes em comum.

Aí você fala dos tipos de “serviços”, e outra vez se engana. Eu raramente aceito fazer anal, conto nos dedos da mão as vezes que fiz. A B., segundo me parece, não faz simulação masculina. A Ana Carla, segundo li uma vez no seu blog, ainda se assusta com alguns pedidos ao telefone. Isso porque, para alguns – bons – clientes, o que procuram numa acompanhante é em primeiro lugar a companhia dela. O resto são detalhes.

Lá no blog Amante Profissional – antes de um grande volume de visitas nos tirarem literalmente do ar, risos, porque excedemos o volume de tráfego e depois excedemos de novo quando foi aumentado – eu falava sobre as profissionais que gostam do que fazem, e de não achar nada absurdo uma acompanhante gostar de ser acompanhante.

Mas há que se ter cuidado com uma coisa, com as mentiras, afinal se acreditam em tudo acabam sendo passados como idiotas.

Por exemplo, uma acompanhante que gosta de ser acompanhante tem sempre uma postura impecável, afinal ela gosta de ser acompanhante e quem gosta da sua profissão está sempre fazendo algo para melhorar e para ser melhor. Profissionalismo, é isso o que você nota nela, na sua postura, na sua forma de se divulgar, etc.

Mas há que ter cuidado com as armadilhas, justamente porque há quem confunda acompanhamento com prostituição. Há prostitutas por exemplo que se dizem acompanhantes, apenas porque sabem que é “um nome mais bonitinho que chama clientes”. A prostituta é capaz de se vestir de Pai Natal se o homem disser que tem tesão de fazer sexo com o Pai Natal, é capaz de fazer o que o outro quer – mesmo quando não é o que quer – e inclusive de dizer o que o outro quer ouvir (porque o que o outro quer ouvir que vai trazer clientes ou visibilidade).

Acredito numa coisa chamada consistência. Você vai conhecendo uma pessoa e aprendendo a reconhecê-la. Mas se você não reconhece essa pessoa, é porque na verdade nunca a conheceu.