Fiz uma coisa que sei que muita gente vai condenar. Aliás, algo que até eu, algum tempo atrás, condenaria. Isso, emprestei fotos minhas a uma acompanhante.

Já comentei sobre isso no blog. Sobre meninas na Itália, por exemplo, que compram fotos de mulheres em lingerie, fotos inclusive com rosto, e usam tais fotos em seus anúncios. Sobre meninas em Espanha, que colocam em seus anúncios fotos de atrizes pornográficas. Sobre meninas em Dubai, que usam fotos de atrizes russas que ninguém conhece de lado nenhum.

Sim, por um lado é feio, e eu já disse isso aqui: cliente vai procurando uma coisa, encontra outra, que não é aquilo que estava à espera. Entretanto, por outro lado, devo dizer que a situação não é bem esta.

Ponto número um: conheço meninas que compram fotos de bancos de imagens, e que nunca tiveram problemas com os seus clientes, e meninas que usam fotos suas, reais, e de o cliente dizer que aquela não era ela na foto.

Ponto número dois: por experiência própria digo que, os melhores clientes que tive, os que me deram maior rentabilidade financeira, foram aqueles que não viram uma única foto minha, que nem sabiam como eu era, ou que só sabiam disso vagamente. Aqueles que sempre insistiram comigo em relação às fotos, que tivesse mais fotos e etc., foram aqueles que piores clientes foram, ou que nem clientes se tornaram (nem mesmo quando aceitei o apelo e coloquei mais fotos).

Algo que uma acompanhante precisa saber é que existe um grande número de homens que são só garganta. Gostam de conversar, de ver foto de mulher nua, ligar para uma e para a outra, este é o fetiche desse tipo de homem, poder estar em contato com elas, para se calhar – se calhar apenas – vir a ter um encontro de facto. E há aquele tipo de homem que faz, que vai mesmo, mas este segundo grupo não precisa de tanta coisa não. O primeiro grupo que sim, quer ser “convencido”, “induzido”, mas o bom cliente, meus caros, é aquele que não precisa de nada disso, aliás, ridículo o homem que precisa de ser “induzido”, ou ele quer ou não quer, ou ele faz ou não faz, é pura perda de tempo e de energia se preocupar com este grupo que só ocupa o nosso tempo inutilmente.

O que um homem precisa de saber é se a mulher é alta ou baixa, loira ou morena, qual é mais ou menos a estrutura do corpo dela. Mais ou menos. Sim, porque de certa forma o que “alugamos” é um momento de fantasia, não uma realidade eterna. O homem que nos procura busca por um momento, e não por uma vida inteira. Assim, o que o homem precisa é apenas uma ilustração que lhe dê pelo menos uma vaga ideia daquilo que vai encontrar, nem mais.

É claro que seria terrível esperar uma mulher de 1,80 e encontrar uma de um metro e meio, esperar uma mulher de 60kg e encontrar uma de 160kg, esperar uma mulher de 26 e encontrar uma de 62. Mas se ela se enquadra dentro do perfil que definiu, isto é o que importa. É claro que toda mulher mente numa coisa ou em outra, mas isto não é exclusivo nas acompanhantes, mas nas mulheres no geral, rs. Mas é claro que, neste sentido, não estou falando que aprovo pessoas que usam fotos completamente diferentes do que são. Tenho uma colega lá fora, por exemplo, que compra fotos num banco de imagens, mas ela é até bem mais bonita que a modelo da foto que ela compra. 

Além do mais, bem sabemos que para o homem, em geral, isso não é assim tão importante. Se um homem chegar aqui, e tiver uma mulher com o corpo parecido com o meu, que o trate bem, que dê aquilo que ele procura… bem, se ele não souber que esta não sou eu – e ele só tem como saber disto se a pessoa disser -, ele nem vai dar por isto, logo nem vai saber a diferença. Isto falando na melhor hipótese, no melhor cliente. Porque em geral, mesmo ele chegando num apartamento e a tal menina que viu no site não estando lá, se tiver outra ele logo aceita estar com ela, com qualquer outra, mesmo uma total desconhecida, mesmo que ele não tenha visto foto dela antes, mesmo que ele nem saiba quem é ela, desde que o corpo dela obedeça aos parâmetros que ele estabeleceu. Numa casa de convívio, por exemplo, uma anuncia com foto, ou geralmente com foto falsa, o homem chega e escolhe, e pode inclusive escolher uma que nem era parecida com a da foto, a da foto ser loira e ele se calhar pretender hoje uma morena.  Se eu por exemplo disser que tenho uma amiga, vários homens começam a me ligar curiosos querendo conhecer a tal amiga, sem eu dizer uma só palavra sobre o aspecto físico dela. Por quê? Porque é assim. Porque o homem quer aquilo que ele ainda não experimentou. Boa parte dos homens, pelo menos. E aí o que foi que o convenceu, a foto? Não, o instinto, a gula, o egoísmo, o egocentrismo, a vaidade, um montão de coisa. (Aí eu te pergunto: pra quê? Foi esta pergunta que eu me fiz várias vezes, principalmente nas vezes em que paro para refletir sobre o setor, e vejo o quanto somos, de certa forma, descartáveis, talvez não por todos e não sempre, mas em grande parte dos casos. Porque é verdade, eu podia ter uma foto que não fosse minha, podia ter uma foto qualquer, que chegando aqui o homem ficaria comigo, ou com uma amiga, mesmo se ele percebesse claramente que não somos a mulher da foto, desde que ele se agrade com o nosso aspecto.)

Consigo compreender as acompanhantes que ainda relutam nessa coisa de tirar fotos. Eu mesma, se pudesse voltar atrás, nunca teria tirado uma única foto. Sim, se soubesse o que sei hoje do setor, dessa vida, dos homens, do comportamento dos clientes, eu juro que não tinha me dado a esse trabalho todo.

Porque no final das contas é a gente que perde, sabe? Porque, quando a gente vê, não é o facto de ser honesta e fazer tudo direitinho que vai nos recompensar. Não, não é. E para não ser tão lesada o tempo todo, é preciso incorporar este conceito de fantasia, e inclusive saber se tornar esta fantasia, ao invés de incutir o tempo todo o conceito de realidade. Porque não, não é pela realidade que este homem busca. Este homem busca o mistério, a surpresa e a fantasia. O que faz ele voltar também não é a foto que viu, mas o que ele viveu contigo naquele momento de prazer e de fantasia.

Alguns anos atrás, acho que até falei nisso numa entrevista, a média dos homens que me procuravam pedindo por alguma estimulação no ânus – digo, no deles – era entre 19 a 20%. Agora ponha essa coisa mais ou menos ao contrário, porque aqueles que não aceitam nenhuma estimulação no ânus – nem a massagem prostática, muito menos a simulação masculina – que são estes 20%.

Não é que o mundo tenha mudado. Não é que agora de repente todos os homens tenham decidido experimentar. Pergunte para as outras meninas, elas não vão te dizer que com elas se passa a mesma coisa. É que eu fui dando muita informação sobre isto ao longo dos anos no meu blog, e por isto é natural sim ser procurada por pessoas que tenham este desejo, e é bom que fique claro que estou falando de mim e dos meus clientes e de algo que é consequência desta minha comunicação com os meus clientes ao longo dos anos, e não de uma tendência em todo o sector.

Sim, hoje muita gente já sabe que não tem nada a ver com homossexualidade. Muita gente sabe que o ânus é uma zona muito sensível, muito cheia de nervos, e fora isto tem a próstata, logo uma zona de muito prazer para o homem.

Eu também aprendi muita coisa nos últimos tempos, muita coisa em mim mudou também nos últimos tempos, descobri novos prazeres, novas formas de dar e de receber prazer. A massagem prostática tornou-se uma das minhas especialidades, e confesso, adoro quando uma homem aparece por aqui pedindo por isto.

Há vários dias já que não sei o que é atender um homem que não queira a massagem prostática. Nos últimos dias, pelo menos, tem sido assim. Teve só um que eu achei que não queria, era a primeira vez dele comigo, eu falei com ele que era muito importante ele não ter pudores na comunicação comigo, que não precisava de ficar tímido ou acanhado, porque afinal de contas o meu propósito é que o encontro seja bom e cheio de prazer para ambos, e que então por isto, se ele não se abrisse, podia acabar perdendo a oportunidade de viver uma experiência que desejasse viver. Expliquei pra ele que eu não podia forçar um homem a querer uma coisa ou outra, não podia fazer algo contra a vontade dele, que o magoasse, o perturbasse, fizesse com que, propositadamente, ele saísse desse encontro se sentindo mal, pelo contrário, o objectivo é o homem se encontrar comigo e sentir muito prazer, e gostar desse encontro, e o encontro ser agradável para ambos. Bem, e até aí ele continuou insistindo na conversa que queria só a massagem com descompressão, e eu iniciei a massagem terapêutica, começo sempre com uma massagem terapêutica, profissional, isto porque acho que a objectividade de chegar logo na zona erógena quebraria com todo o encanto de tudo, e daí então depois ele disse, acabou confessando, queria experimentar a massagem prostática, e se nessa hora ele já não tivesse de costas para mim, ele teria visto: meus olhinhos até brilharam.

 

***

Meu site com toda a informação sobre os encontros: www.amanteprofissional.com. Telefone: 967262559.

Escrito no dia 7 de novembro às 14h.

Aconteceu-me uma cena inédita agora. Fui anunciar o meu site internacional num site X, algo que faço frequentemente sempre que viajo para fora como escort, mas dessa vez este site recusou o meu anúncio, pelo simples facto de eu ter um banner para um site y no meu site!

Eles não vieram com rodeios, e disseram: «Não aceitamos o teu anúncio porque fazemos parte de um grupo de sites que não aceitam anunciantes que promovam o site y, que se sustenta basicamente pelo tráfico de seres humanos.»

Fui verificar, e me pareceu verdade. Pelo menos me pareceu evidente. «Conheça 1000 russas ainda hoje», escrito num banner, mais uma página inteira de fotos de acompanhantes russas espalhadas pelo globo, pelo menos me pareceu muito evidente.

Eu já tinha anúncio no site y. Não fico verificando cada anúncio ao pormenor, mas não me pareceu que, na altura que coloquei o anúncio, que aquilo estivesse assim. Mas agora está. E estando, retirei imediatamente os links que tinha para este site.

O tráfico de seres humanos para fins de exploração sexual é péssimo para quem é vítima, mas péssimo também para todo o mercado. O desafio para quem é escort lá fora é este: concorrer com as máfias, principalmente as russas.  A princípio, era difícil para mim entender tanta aversão que via nas pessoas quando se falava das escorts russas, mas só depois comecei a entender.

Trabalhei num certo país no ano passado, e enquanto eu cobrava no mínimo 400 euros por uma hora, havia russas a cobrar 100 euros por uma noite inteira! Note, eu não estou falando que eu cobrava 400 euros por uma hora e que uma russa cobrava 100 euros por uma hora, eu estou falando que eu cobrava 400 euros por uma HORA e que uma russa cobrava 100 euros por uma NOITE!

Claro que também havia russas a cobrar valores mais altos,  mas aí o desafio já era outro: as fotos falsas! Para começar porque, nos sites onde eu anunciava, a maioria anunciava com rosto, o que realmente chamava mais a atenção. Entretanto, o que acontecia muito é que elas utilizavam fotos de actrizes porno russas, que ninguém conhecia de lado algum, e com isto o cliente chegava, via que a escort era completamente diferente da foto, e vai numa, vai em duas, vai em 100, são todas diferentes, daí ele começava a suspeitar que todas as anunciantes tinham fotos falsas, ou seja, quando chegava em mim ele já vinha cheio de desconfianças, com os dois pés atrás, porque já tinha ido em muitos lugares e se decepcionado.

Acho péssimo ter que caracterizar alguém só por causa da nacionalidade. Péssimo entrar num site e, encontrando centenas de russas, ter que dizer que são traficadas, só pelo facto de serem russas. Me parece xenofobia, e não gosto disso, e enquanto brasileira já passei por esta situação, já fui muito julgada em função disto, inclusive dentro do sector.

Quando você pensa em “acompanhante de alto nível” ou “acompanhante de elite”, raramente você pensa numa brasileira, pelo menos não em Portugal. Quando você pensa numa acompanhante para te acompanhar num jantar ou numa viagem de negócios, que saiba se vestir adequadamente, que saiba conversar e se comportar como cada ocasião exige, me desculpem, mas também não é numa brasileira que uma pessoa pensa. Quando pensa numa mulher gostosa na cama, carinhosa e liberal… aí sim, pensam numa brasileira, mas em geral é isso mesmo, só pensam na brasileira para momentos escondidos entre quatro paredes. Não estou dizendo que isto é com todos, só estou dizendo que é muitíssimo comum. Eu mesma, quantas e quantas vezes não fui excluída de certos eventos para acompanhantes, só pelo facto de ser brasileira? Vocês nem imaginam. Sou educada e sou super discreta, mas é como se eu tivesse que dizer o tempo todo que APESAR de ser brasileira, sou educada e sou super discreta. Aliás, já aconteceu também de ter sido seleccionada para um evento, e de ser a única brasileira, e apenas por ser “a Paula Lee, blogueira, autora de livro”, caso contrário nem teriam pensado em incluir uma brasileira nisso, me disseram na cara.

De facto, quando me trouxeram para Portugal, ninguém me disse que eu tinha que ser elegante, que eu tinha que ser educada,  que tinha que saber falar ou ter classe. Isso não faz parte da “cartilha” do que ensinam à acompanhante brasileira. Só querem saber se você é boa de cama, o que topa na cama, e se vai ser carinhosa com os clientes, “como as brasileiras são”.

Não são todas as brasileiras que trabalham a 20 euros ou que fazem oral sem preservativo, mas, como as brasileiras devem ser aproximadamente 80% do mercado, e como mais de 90% das acompanhantes – independente da nacionalidade – ou trabalham a 20 euros ou fazem oral sem preservativo – ou ambos -, é natural que se crie esse estigma que cai mais uma vez sobre as brasileiras. Desde que a Verli – uma acompanhante brasileira – morreu com SIDA, o peso do estigma caiu ainda mais forte.

O que acontece com as brasileiras é o mesmo que acontece com as russas. Você vê uma, você vê duas, você vê 100 e vê 800 fazendo oral sem preservativo, vai pensar que todas fazem, você não quer lá saber a opinião da acompanhante 801. Tão simples quanto isto.

Sobre o tráfico de seres humanos, por um lado me ponho a favor dos clientes, que não têm como saber se uma acompanhante é REALMENTE independente ou não, se foi traficada ou não. Em 200, 300 anúncios ou mais num site, fica realmente difícil de saber! E a questão é que, como as máfias têm sempre muito mais dinheiro do que cada escort independente, obviamente que eles têm sempre muito dinheiro para investir forte em publicidade, ou seja, de certo modo fica sempre mais fácil encontrar uma traficada do que uma independente, justamente porque o anúncio da traficada terá sempre mais destaque, sempre mais publicidade, etc., tudo em função do dinheiro envolvido e do número das pessoas em volta querendo a sua fatia do bolo. Entretanto, por outro lado, também me coloco contra os clientes, ou pelo menos contra uma parte dos clientes. A questão é que, sejamos sinceros, para muitos deles é completamente indiferente o facto de uma acompanhante ter sido traficada ou não. Se ela é bonita, se ela faz o que ele quer, e se ainda por cima por um valor mais baixo… para ele é óptimo! Para ele, o tráfico de seres humanos é bastante conveniente!

Por isto é de admirar a postura do tal site x, que recusou o meu anúncio só porque eu tinha um banner para o site y. Ao me recusar, eles possivelmente estariam recusando também uma entrada financeira. Ao recusar o anúncio das milhares de russas, estarão então recusando uma entrada financeira mil vezes maior. Sim, é algo de louvar.

***

Enquanto anunciante, fico um pouco limitada também. Se entro num site com 1000 acompanhantes anunciadas, e 800 delas são russas, uma coisa é eu suspeitar do tráfico, outra coisa é eu apontar o dedo, não posso, porque afinal de facto não sei. Pode estar na cara, mas não posso provar. Tudo o que posso fazer, neste sentido, é não divulgar tal site.

Mas fica complicada esta coisa do estigma. Porque, se eu conheço hoje uma acompanhante russa, por um lado não vou querer deixar de vê-la como a acompanhante 801, que talvez seja diferente do resto, mas por outro lado vou ficar com receio de divulgá-la, de indicar aos meus clientes, e assim estar eu também, inconscientemente, alimentando o tráfico.

Eu sou a acompanhante 801. Enquanto acompanhante 801, sei o que é estar o tempo todo tendo que provar o que sou e como sou, e principalmente, como não sou. Sei o que é ter que provar que posso ser uma excelente escort, independentemente da minha nacionalidade ou do estigma que cai sobre a minha nacionalidade. Enquanto a acompanhante 801, tenho sempre que provar que não vou ao hotel de saia curta,  que não uso perfume barato, que não vai ter nada escrito na minha testa, que posso me adaptar a qualquer ambiente, que saberei ser calma, discreta e elegante.  Acredite, é muito difícil ser a acompanhante 801, porque nem todas as portas estão abertas para a acompanhante 801. Felizmente, internacionalmente as portas estão abertas às acompanhantes brasileiras – bom, a nossa imagem lá fora continua não sendo a das melhores, isto porque, diferente das acompanhantes europeias, que se promovem em função da classe e da elegância, acompanhantes brasileiras, em geral, ainda insistem na divulgação enquanto “mulher sem tabus e boa de cama” apenas – mas eu fico pensando se eu fosse russa, e se eu fosse independente mas russa, já sei que ia ser bem mais complicado.  Teria que fazer como algumas, que omitem ou mentem a nacionalidade.

***

Como já referi imensas vezes, não tenho nada contra as agências ou agentes de acompanhantes, que são ferramentas/serviços utilíssimos para a nossa promoção hoje. Agentes ou agências, se sérios e profissionais, são muito importantes àqueles que, como nós escorts, trabalhamos na área do entretenimento. Não digo que um agente ou agência são indispensáveis, porque não são, mas acabam por ser uma mão na roda para que a acompanhante possa ter mais tempo para se dedicar ao encontro em si. Porque se eu atender 2 clientes por dia, uma hora cada, todo mundo pensa que eu só trabalhei 2horas, e que ganhei muito por só 2 horinhas de trabalho, mas não é bem assim, duas horas foi apenas o tempo em que fui recompensada financeiramente por este trabalho, porque tudo o que há em volta, e que é feito também durante e depois, também fazem parte do trabalho. Mas, como eu ia dizendo, uma coisa é ter um agente, outra coisa é ter um chulo. Uma coisa é ter alguém que possa fazer a minha divulgação, ou que possa atender os meus telefonemas ou fazer as minhas marcações – um profissional contratado como um outro qualquer, alguém que será uma espécie de relações públicas, secretária, telefonista, etc. -, outra coisa é ter alguém que me explore, que me incite a fazer o que não quero, que passe a viver dos meus ganhos e que tente me forçar a ganhar mais por causa disto, etc. Uma coisa é eu contratar um profissional, outra coisa é eu ser empregada/escrava deste profissional.

Quanto aos sites, a diferença apenas é que antes o tráfico de seres humanos não estava online. Agora está. E por isto fico contente por ver que há ainda aqueles que defendem o sector, mesmo à custa de prejuízos.

escort lisbonAs pessoas têm me perguntado a razão de agora eu me divulgar como “Acompanhante em Lisboa, Porto e Algarve“, e se por acaso agora tenho dias fixos em que fico em Lisboa, dias que fico no Porto e dias em que fico no Algarve.

Não é bem assim não. Continuo a viver em Lisboa, onde é a minha “sede”, se é que posso chamar assim, mas estou disponível para viagens por todo o país, e Algarve e Porto são, apenas, as localidades que eu visito mais frequentemente.

escort masseuse lisbon algarve oportoEstou disponível em Lisboa praticamente todos os dias, e em Lisboa atendo tanto em hotéis como também no meu apartamento. Para marcar um encontro comigo em Lisboa basta ligar para o número 967262559 com pelo menos 2h de antecedência do horário pretendido.

Já para encontros em outras cidades, a diferença é que, em primeiro lugar, geralmente se destina a encontros em hotéis, ou seja, no hotel do cliente. Em segundo lugar, a marcação deve ser feita com pelo menos 24h de antecedência.

call girl lisbon hotelsEm resumo, sou uma acompanhante residente em Lisboa, mas também sou uma acompanhante em digressão por todo o país, principalmente Porto e Algarve, meus destinos mais comuns. Internacionalmente isto é muito comum, até tem site que divide as coisas, tendo página para “resident escorts” e para “touring escort”, aquelas que só estão de passagem por um curto período.

Apesar de já ter feito muitas viagens em tour, viagens estas em que vou para uma determinada cidade e fico por lá atendendo meus clientes, no momento vou para qualquer cidade, mas no regime de atendimento exclusivo, ou seja, você está num hotel, você me liga 24 horas antes, e eu vou ter contigo ao seu hotel em qualquer cidade do país (Continente).

Para mais informações sobre como marcar um encontro comigo na sua cidade por favor consulte a página amanteprofissional.com, ligue para o 967262559 ou envie um e-mail para escortamanteprofissionalARROBAyahoo.com.br. Beijinhos.

Desde que comecei a reconstrução do site amanteprofissional.com, o que faltava apenas era indicar um link para a galeria de fotos na página galeria.

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Agora penso que mais ninguém fica perdido, o amanteprofissional.com já possui todas as informações essenciais!

Um fim-de-semana cheio de prazer para todos!

P.S.: Sobre a minha agenda este fim-de-semana:
- Atendo este Sábado, dia inteiro, até às 21h.
- Domingo atendo durante manhã e início da tarde, só até às 14.30.
- Marcações pelo telefone: 967262559. Só números identificados. Beijo.

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