Comi a bundinha dele
março 6, 2012
Ele chegou aqui e disse que um dia gostaria de experimentar a massagem prostática. Eu acho que a vida é pra viver hoje, que o prazer é pra sentir hoje, que nada tem que ser para amanhã.
É claro que não é tudo assim à bruta, impulsivo, sem ser refletido, mas comecei por uma massagem no corpo dele, até decidir entre o sim e o não. Foi simples decidir, apenas pensei que o sim daria muito mais prazer…
Tenho um certo feeling sobre os clientes. Algo que adquiri com a experiência, com os anos de atividade. Sei o que fazer e se devo fazê-lo, na maior parte das vezes, isto para não dizer que ‘sempre’. Não sei como explicar como sei, eu simplesmente sei, e para outra pessoa saber ela precisaria de ter toda a experiência que tenho, que adquiri ao longo dos anos. Não é algo “porque sim”. Eu não saio enfiando nada em ninguém sem saber se posso, e eu sabia que poderia, que ele queria aquilo, e que o corpo dele receberia bem.
Tenho um outro cliente, por exemplo, ele é bem novinho, deve ter uns 23 ou 24 anos, e eu sei que ele amaria se eu enfiasse os dedos no ânus dele. Ele vem aqui só uma vez por mês, e só para a massagem, felizmente, porque ele tem o maior pintão, quando o atendi pela primeira vez até fiquei com medo de ele mudar de ideia e querer fazer sexo comigo, mas felizmente eu fiz a massagem, depois fui fazer a massagem no pênis dele, e ele ficou feliz assim. Já estive com ele algumas vezes e por isto sei que ele adoraria a massagem prostática, mas também sei que ele não está preparado para isto, e que inclusive teria problemas ”morais” em relação a isto, por esta razão eu nunca cheguei lá, nem pretendo chegar.
Mas há outras situações assim, em que o homem não precisa me dizer o que quer. Não precisa pedir, nem me autorizar. Porque eu já sei que ele quer.
Na segunda vez que atendi este cliente que a princípio não comeria no primeiro encontro, resolvi fazer algo diferente. Ele nunca me pediu pela simulação masculina, mas eu peguei o meu vibrador de mão e enfiei nele. Agora ele prometeu que, numa próxima vez, vai trazer um vibrador de cintura para eu comer a bundinha dele de novo.
O que eles procuram numa acompanhante de luxo – Revista Happy Woman, Fevereiro 2012
fevereiro 28, 2012
Por razões que já expliquei aqui no blog, não tenho mais dado entrevistas e essa decisão já vem de algum tempo atrás. Entretanto aceitei, já faz algum tempo (e nem faço ideia de quanto tempo) duas colaborações, uma delas por telefone, onde dei informações sobre o sexphone a um jornalista que me disse ter sido indicado pela primeira jornalista que me entrevistou (por esta razão aceitei a conversa), e agora esta colaboração para a jornalista Carla Novo (inicialmente por telefone e depois por e-mail) que, na altura da publicação do livro Alugo o Meu Corpo, prontamente escreveu uma nota sobre ele. Sobre a entrevista sobre o sexphone, não sei se saiu. Já esta colaboração para a Carla Novo da Happy Woman, sinceramente, eu só vi porque passei perto de uma banca de jornal e vi a revista, e ia comprar a revista por outros motivos, quando de repente vi o título da matéria e pensei “oops, será a tal matéria?”, porque, se ela me avisou que saiu, possivelmente eu nem vi o tal e-mail. (Aliás, ao longo dos anos sei que dei pelo menos umas seis entrevistas que, depois, não fui avisada se saíram ou não. Já enviei tanto material para jornalistas que eles podiam escrever vários livros com os tratados que já enviei como resposta, rs).
Ao telefone, a jornalista queria saber o que os homens procuram nas acompanhantes de luxo. Ou, por exemplo, o que é que as acompanhantes de luxo têm, ou fazem, para que estes clientes venham a procurá-las.
Primeiro tive que esclarecer o conceito de “acompanhante de luxo” ou “cliente de luxo”, porque o meu conceito podia não ser o mesmo que o da jornalista, ou não ser o mesmo que o das outras pessoas. Que significa cliente de luxo? Luxo-luxo, médio-luxo, quase-luxo, luxo-luxuosíssimo, o quê? Vamos lá: tem muito site por aí, que define-se como “site de acompanhantes de luxo de Portugal”, em que as tais acompanhantes de luxo de Portugal cobram 60 euros por meia hora. Não, eu não considero isso luxo. Aliás, eu nem considero luxo quando atendo no meu apartamento a 150/hora, talvez médio-luxo, rs. Que fique claro então que, as respostas que dei, apenas eram referentes ao que eu considero como o mínimo para ser considerado “acompanhamento de luxo”, ou seja, deslocações a hotéis a um mínimo de 200euros/hora (no meu caso, estou me referindo a deslocações no valor de 230 a 300/hora).
Sim, eu faço essa distinção, simplesmente porque ela existe. Seria completamente insensata se desse uma resposta generalista quando os clientes de cada um desses grupos são tão diferentes.
SE ELA TIVESSE ME PERGUNTADO O QUE PROCURAM OS CLIENTES DE “SEMI-LUXO”, ou seja, aqueles que atendo no meu apartamento a 150/hora para serviços de acompanhamento, ou até mesmo sobre os que atendo a 100/hora para serviços de massagens, eu teria muita história para contar. Só que, quando me perguntam sobre clientes de luxo, o problema é justamente o contrário: eu não tenho quase nada para contar, porque os clientes e as situações são (felizmente) muito parecidas.
Deixa eu explicar uma coisa. O cliente “normal”, ou seja, o tal que não é o de luxo, muitas vezes procura uma acompanhante “porque a minha esposa, porque a minha namorada, porque a minha mãe, porque o meu pai, porque o meu cachorro…”, rs, mas o tal cliente de luxo, na verdade, não tem uma razão assim específica para procurar uma acompanhante, exceto o facto de ele estar num hotel, de estar sozinho, e de querer uma companhia, tão simples como isto.
Os clientes de luxo querem aprender mais sobre sexo? Não, meus caros, raramente, talvez no máximo 0,5% deles, e olhe lá. Os clientes de luxo são homens experientes, seguros, maduros, e procuram acompanhantes porque, simplesmente, estão habituados a fazê-lo.
Os clientes de luxo fazem mais sexo? Pedem coisas mais excêntricas? Também não, raramente. Como é que eu vou explicar isto? Os clientes de luxo não dão trabalho quase nenhum, a questão é esta, felizmente.
Como devem se recordar, eu não comecei como acompanhante de luxo. Logo, fiquei surpresa quando comecei a atender como acompanhante de luxo, e de perceber que os clientes de luxo pagavam mais e davam muito menos trabalho que os clientes de não-luxo. Note, eu comecei atendendo a 40 euros, teve casa que trabalhei a 35, e acredite, quanto menos o cara paga, mais ele quer te virar do avesso. O que eu digo é que, a menina que começa atendendo clientes de não-luxo, vai conseguir atender o cliente de luxo até com os pés nas costas, mas aquela que só está acostumada com o cliente de luxo, morreria se tivesse que atender o cliente de não-luxo, ela não ia aguentar não, porque com o cliente de não-luxo a gente trabalha 5 vezes mais e ganha 5 vezes menos. (E tem 10 vezes mais histórias pra contar, risos, risos, principalmente história triste, risos. Todo dia tem um que aparece sem tomar banho, ou que mete de forma bruta que te deixa dolorida, ou que não sabe chupar o seu peito e não vê que está mordendo, ou que te toca de maneira indelicada, ou que é bruto, ou que chega já contando que tem problema pra ter ereção, ou que te pede coisas que não deve, etc., etc., história sempre tem, porque acontece sempre muita coisa ).
Não tenho muito o que contar sobre os encontros com clientes de luxo. Chego no hotel, são educadíssimos, me oferecem algo para beber, me dão o envelope, conversamos (conversa agradável, mas não propriamente até ao ponto de termos que falar qualquer coisa que seja demasiadamente íntima para qualquer um dos dois), geralmente fazemos sexo, o sexo não costuma demorar, o cliente faz aquela cara de satisfeitíssimo e agradece mil vezes, eu venho embora, olho pro relógio e geralmente ainda nem deu o tempo, é assim que acontece, sem grandes dramas ou confusões.
É claro que qualquer acompanhante adoraria atender só clientes de luxo. É claro que qualquer acompanhante adoraria atender 5 clientes de luxo todas as noites, mas não há, nem nunca houve, pelo menos não em Lisboa, 5 clientes por noite certinhos, todos os dias, cada um num horário, ah, isso que seria bom. Como é um mercado muito incerto – você nunca sabe quantos clientes vai ter no mês que vem -, uma acompanhante tem que estar num lado e no outro, porque quando não pinga de um lado pinga do outro, é assim que funciona, ou pelo menos sempre foi assim para mim, que não “nasci” acompanhante de luxo nem nunca me senti na obrigação de ser apenas acompanhante de luxo.
Eu sei que as pessoas esperam excentricidades, coisas chocantes, conversas provocadoras, mas não é assim. Para mim, pelo menos, ainda mais perto do que já vivi antes, atender clientes de luxo é a coisa mais simples do mundo…
É claro que há bons “clientes de não luxo”, estou falando apenas no geral. Falando de forma estatística, não se compara o número de situações desagradáveis que possa ter vivido com o cliente de “não-luxo” ou com o “cliente de luxo”, não se compara a facilidade com que consigo lidar com um ou com o outro. Todo mundo me diz que o cliente de luxo é mais exigente, eu acho completamente o contrário; o cliente de não-luxo que é exigente, que pergunta tudo e mais alguma coisa, que quer tudo ao mesmo tempo, até te virar do avesso, já o cliente de luxo não, ele quer o mais básico possível, o mais natural, o mais agradável para ambos. É claro que muda muita coisa, até a roupa que uso num hotel é diferente, a preparação é diferente, até porque é um cliente que quer mais exclusividade, mas, fora isto, o “serviço” em si é bem mais fácil, primeiro porque aquele homem estará concentrado no momento que vai viver, e não no dinheiro que estará perdendo, entendem? É uma coisa que a gente acaba por sentir: é muito diferente estar com um homem que está te pagando um valor que, mesmo se fosse 10 vezes mais, não faria falta para ele, do que estar com aquele que, afinal, pra ele aquele valor é muito e até faz alguma diferença. Mesmo sem querer, aquele que está contando as moedas faz com que você se sinta um produto, algo que ele tem que “gastar” para compensar o gasto.
Entretanto, ao contrário do que parece, não é tudo questão de dinheiro. Tinha um cara que eu tinha atendido aqui em casa, faz muito tempo, eu não tinha gostado dele, achei que ele era uma pessoa rude, bruta e até diria mal educada, daí calhou de este mesmo cara marcar para um hotel, mas é claro que este encontro não aconteceu, porque não era o facto de estar num hotel e de me pagar mais que ia fazer com que, de repente, ele se transformasse numa pessoa educada. Há clientes de nível que até não têm muito dinheiro, mas há outros que nem o dinheiro pode transformar.
Não é questão de TER dinheiro. É o valor que ele dá à mulher, à conquista. Tem homem que gosta de agradar uma mulher, tem homem que acha que está comprando bananas no mercado. Conheci muito homem riquíssimo em bordel, que tinha a coragem de gastar só 40 euros com meia hora no quarto, porque pra ele não passava disso, um produto com um preço. Tenho homens que me procuram no apartamento, e pagam os meus honorários que são inferiores ao que cobro em hotel, mas também me trazem flores e livros, olha aí a diferença.
Sobre as tais coisas excêntricas dos clientes de luxo, não acontecem todos os dias. Vez ou outra um cliente pede um banho dourado (algo que tem um valor ainda acima da tabela), ou por vezes atendo casais em hotéis, coisa que também não é todos os dias. Mas das coisas que faço, dentro do acompanhamento de luxo é tudo quase sempre muito igual, felizmente.
Cada vez mais homens experimentam a “massagem prostática”
dezembro 6, 2011
Alguns anos atrás, acho que até falei nisso numa entrevista, a média dos homens que me procuravam pedindo por alguma estimulação no ânus – digo, no deles – era entre 19 a 20%. Agora ponha essa coisa mais ou menos ao contrário, porque aqueles que não aceitam nenhuma estimulação no ânus – nem a massagem prostática, muito menos a simulação masculina – que são estes 20%.
Não é que o mundo tenha mudado. Não é que agora de repente todos os homens tenham decidido experimentar. Pergunte para as outras meninas, elas não vão te dizer que com elas se passa a mesma coisa. É que eu fui dando muita informação sobre isto ao longo dos anos no meu blog, e por isto é natural sim ser procurada por pessoas que tenham este desejo, e é bom que fique claro que estou falando de mim e dos meus clientes e de algo que é consequência desta minha comunicação com os meus clientes ao longo dos anos, e não de uma tendência em todo o sector.
Sim, hoje muita gente já sabe que não tem nada a ver com homossexualidade. Muita gente sabe que o ânus é uma zona muito sensível, muito cheia de nervos, e fora isto tem a próstata, logo uma zona de muito prazer para o homem.
Eu também aprendi muita coisa nos últimos tempos, muita coisa em mim mudou também nos últimos tempos, descobri novos prazeres, novas formas de dar e de receber prazer. A massagem prostática tornou-se uma das minhas especialidades, e confesso, adoro quando uma homem aparece por aqui pedindo por isto.
Há vários dias já que não sei o que é atender um homem que não queira a massagem prostática. Nos últimos dias, pelo menos, tem sido assim. Teve só um que eu achei que não queria, era a primeira vez dele comigo, eu falei com ele que era muito importante ele não ter pudores na comunicação comigo, que não precisava de ficar tímido ou acanhado, porque afinal de contas o meu propósito é que o encontro seja bom e cheio de prazer para ambos, e que então por isto, se ele não se abrisse, podia acabar perdendo a oportunidade de viver uma experiência que desejasse viver. Expliquei pra ele que eu não podia forçar um homem a querer uma coisa ou outra, não podia fazer algo contra a vontade dele, que o magoasse, o perturbasse, fizesse com que, propositadamente, ele saísse desse encontro se sentindo mal, pelo contrário, o objectivo é o homem se encontrar comigo e sentir muito prazer, e gostar desse encontro, e o encontro ser agradável para ambos. Bem, e até aí ele continuou insistindo na conversa que queria só a massagem com descompressão, e eu iniciei a massagem terapêutica, começo sempre com uma massagem terapêutica, profissional, isto porque acho que a objectividade de chegar logo na zona erógena quebraria com todo o encanto de tudo, e daí então depois ele disse, acabou confessando, queria experimentar a massagem prostática, e se nessa hora ele já não tivesse de costas para mim, ele teria visto: meus olhinhos até brilharam.
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Meu site com toda a informação sobre os encontros: www.amanteprofissional.com. Telefone: 967262559.
