O site provisório
Setembro 3, 2008
Está quase, quase, quase o site provisório, estou fazendo uns ajustes finais. Para já, para quem quiser conhecer, o endereço é este:
Este é um site que reunirá informações minhas enquanto pessoa, acompanhante e autora, sim, tudo na mesma página para simplificar.
É apenas um site provisório enquanto resolvo a questão do servidor.
Vou agora fazer os últimos ajustes, depois dou mais detalhes.
P.S.: Foi mal, foi mal. Tinha aqui colocado o site no ar, mas esquecido de renomear a página index.html, estava trabalhando nela com outro nome… Mas pronto, agora já dá para entrar.
Os “códigos” – Parte Final
Setembro 3, 2008
Há “códigos” que não costumo utilizar. “Esquema”, por exemplo, é um que não utilizo muito, porque pode dar a entender algo ainda mais sigiloso.
Lembro de uma vez que fui visitar uma amiga na cidade dela, aí estávamos num barzinho conversando, colocando as fofocas em dia, mas ela dizendo: “ó, estou de serviço hoje”.
O barzinho era ao lado ao seu apartamento. Aí o telefone tocava, ela atendia falando baixinho – e no caso dela era terrível, porque ela não tem página web, logo deve dar todas as informações para os “aspirantes a clientes” ao telefone – e quando alguém chegava ela me dizia: “Vou fazer um esquema e já volto.” Sei lá, era estranho aquela mulher sair da mesa umas 4 vezes e voltar, sempre dizendo que ia fazer um esquema. Se alguém ao lado ouvisse, pensaria que era traficante…
Ela gosta muito de beber, mas foi logo avisando quando nos sentamos: “quando conduzir, não beba”. Pedimos dois guaranás, eu, ao contrário dela, não gosto mesmo de beber. Ela não estava falando sobre conduzir um carro não – até porque o apartamento era ao lado – mas sobre conduzir um homem na cama. É verdade que há muitas mulheres que atendem alcoolizadas – algumas que inclusive só conseguem estar na actividade se for assim -, mas ela se conhecia bem, sabia como reagia com a bebida. Então teve um dia fatal, que a ensinou a nunca mais atender alcoolizada, lembro de quando ela me contou essa história.
Ela perdeu a noção do tempo no quarto, e na hora de conduzir o homem ela sentia o seu corpo cada vez mais pesado. Ela disse que se sentia leve, alegre, solta, mas o corpo que parecia pesado ali em cima do cliente, como se tivesse uma pedra a prender o seu corpo por cima do dele. Ela me contando e eu morrendo de rir, mas o caso era sério, ela disse que se lembra de ter se segurado para não vomitar em cima do cliente, o colchão estava mole e a bebida ia fazendo a sua cabeça girar, e quanto mais o homem metia, mais tonta ela ia ficando.
E ela ficando irritada com aquilo, afinal o homem não percebia que ela estava vendo tudo rodando à sua frente. Claro, porque para ele as coisas não estavam rodando.
Apesar de se sentir mais desinibida, ela disse que, afinal, as coisas estavam a ficar complicadas, porque notava, claramente, que era ele a conduzir, e não ela. E o pior erro, sempre, é deixar o homem conduzir (estou dizendo: em casos em que você não conhece muito bem esse homem, e, logicamente, ele também não conhece muito bem você e o seu corpo). Eu sei disso, foi uma das primeiras coisas que aprendi em bordel. Ele pode até ser muito bonzinho, muito gostosinho e até ter boa intenção… mas ó, deixar o homem conduzir é um erro, ou no mínimo um grande risco. Porque o homem vai se preocupar com o conforto dele, não com o conforto da mulher. E ainda há a questão da camisinha, que faz com que seja ainda mais difícil para um homem ter essa sensibilidade, essa noção de conforto ou desconforto. Porque veja bem… Se um homem faz sexo sem camisinha, ele sente a lubrificação da mulher, e mesmo que não seja a lubrificação dela, pode ser a lubrificação dele a deixá-la molhada por dentro. Mas com camisinha ele sente a lubrificação dele, em alguns casos a lubrificação e alguma sensação de suor do pénis por estar embrulhado no saco plástico. Logo ele só vai notar se está entrando e saindo, se está mais ou menos apertada, e não se está entrando e saindo confortavelmente. Então não tem jeito, é a mulher que tem que controlar tudo, que tem que conduzir.
Sim, tem muito homem que se preocupa com o nosso conforto. Alguns até perguntam durante o acto, são uns queridos, adoro homem que se preocupa com o meu conforto. Mas veja bem… não é muito agradável ficar dando muitas instruções durante o sexo, isso pode cortar o clima. Então a minha forma de dar instruções é conduzindo, é ensinando através do meu próprio corpo.
Não é por nada que vou, por exemplo, mudar de posição. Pode ser para encontrar uma posição que me dê mais prazer, como pode ser para procurar uma posição que me dê mais conforto.
Profissionalmente falando, nunca, mesmo nunca se deixa um homem dominar no sexo num primeiro encontro. É um erro. Não digo que é um erro intencional, só estou dizendo que é um erro. O pénis você vê por fora, mas o homem não vai pegar uma lanterna para tentar enxergar o meu útero. Eu que me conheço por dentro, logo eu que devo saber como conduzir uma relação de modo a dar prazer para ambos, e prazer, para mim, é sempre sinónimo de conforto.
Há homens que sabem da lição inteira, mas há aqueles que não. Há aqueles que podem ter tido experiência com poucas mulheres, assim como há aqueles que só têm grandes experiências com filmes pornográficos. Aí o homem vê um filme porno, e pimba, pimba, pimba, e pensa que é assim. Aliás, há homens que até podem ter tido muitas mulheres, mas que apesar de toda essa experiência ainda não descobriram que o corpo de cada mulher é diferente.
E você está ali para ensinar como funciona o seu. A nudez não é um campo descoberto, mas um caminho para se descobrir.
Mas a mulher deve estar muito atenta… Mesmo com os bonzinhos, os gostosinhos, ou com aqueles que parecem mais experientes. Porque ele pode ter conhecido muitos corpos, mas ainda não conhece o seu.
Depois que você conhece aquela pessoa, depois que vocês já fizeram sexo muitas e muitas vezes, aí sim, é outra coisa, porque afinal já teve tempo para saber que ele já conhece muito bem o seu corpo. Antes disso é um risco, um grande risco.
E foi por uma situação de risco que ela passou. Porque, como o álcool fazia com que ela ficasse com menos força, foi ele a fazer praticamente tudo enquanto ela quase vomitava. E puxa daqui, e puxa dali, e vamos assim, e vamos assado, agora muda para ali, e pimba, pimba, pimba… e o preservativo rasgou. E ela, obviamente, ficou para morrer com isso.
Não tem coisa mais agonizante do que um preservativo rasgar, e mais agonizante ainda é rasgar com um cara que você nunca viu na sua vida, o sentimento é de violação. Pior que isso, sendo ela a profissional, o pior é que fica um peso em cima dela, como se os olhos dele dissessem que ela tem alguma coisa. Porque claro, na cabeça dele é sempre ela que deve ter alguma coisa, ele não. Mesmo que ele tenha saído com algumas mulheres sem preservativo – ou com uma só, já é suficiente -, se um dia ele pega uma doença – ou a descobre -, vai sempre pensar que foi a “profissional”.
Mas ela se sentia ainda pior. Pior porque, afinal, reconhecia que também tinha culpa nisso. Se estivesse sóbria, se fosse ela a conduzir tudo, o risco seria bem menor.
E aí tem homem que não entende que, no sexo com uma profissional, as coisas são mais limitadas, limitadas no sentido de que estamos controlando as coisas para que tudo corra bem. Se você faz sexo com um marido ou namorado e o preservativo rasga é uma coisa, aquela pessoa está ali ao seu lado todos os dias, cenário bem diferente é rasgar com uma pessoa que possivelmente não vai estar para sempre na sua vida. Ou, nesse caso, alguém que só esteve uma só vez na vida dela.
Lembro bem dessa época. Ela até ficou um pouco paranóica. Foi fazer o exame no dia seguinte, tinha me telefonado meio histérica, e eu dizendo que, se o pior tivesse acontecido, não era no dia seguinte que ia acusar no exame. Mas ela foi mesmo assim. E depois foi de novo, e de novo. Pior é que eu sabia muito bem o que ela estava sentindo, porque já tinha acontecido comigo em bordel e eu tinha ficado paranóica também, fazendo exame de poucos em poucos meses, cheia de medo. Mas ela começou a emagrecer, logo no primeiro mês, e quanto mais emagrecia mais convencida estava de ter a tal doença. Estava emagrecendo por ter entrado em depressão, não estava comendo direito, o que comia vomitava, mas não era por causa da tal doença não, isso lhe assegurei, afinal o aspecto físico só mudaria quando estivesse em estágio terminal, e não quando no máximo teria o vírus.
Cara, ter que passar por isso é foda. A doença é o pior de tudo, claro, mas o simples momento ali, o preservativo rasgado na sua frente… olha, um horror. E a agonia depois, até saber se tem ou não alguma coisa? E aí tem homem que não entende isso, vai numa menina querendo fazer tudo e mais qualquer coisa, quer imitar os filmes que ele vê achando que os corpos de todas as mulheres são iguais, quer fazer nuns minutos tudo o que não fez durante semanas, ou meses, ou anos. Devagar com o andor que o santo é de barro, por vezes tenho que dizer para alguns.
Não deu nada, felizmente, como orei por ela! Mas serviu de aviso: “quando conduzir não beba, quando beber, não pegue boleia com desconhecidos.”
Quando somos incompatíveis – Parte 2
Agosto 29, 2008
Havia uma pequena probabilidade de que a pessoa de hoje desmarcasse o encontro. Não era uma grande probabilidade, mas uma pequena probabilidade. Assim como também havia uma grande probabilidade de o encontro não correr tão bem. Aí você me pergunta: se já havia essa probabilidade de o encontro não correr tão bem, por que aceitou marcar? E eu te respondo: para dar um voto de confiança. Veja bem: há aquelas pessoas que conseguem se expressar bem, manifestar claramente o que pensam, o que sentem, o que querem… e outras que não. Ao aceitar o encontro eu estava tentando não ser tão dura com as minhas análises, dando a oportunidade para que fosse mesmo isso, não saber se expressar.
Falemos do telefonema. Sendo amante profissional, naturalmente as pessoas que me contactam costumam ser muito meigas ao telefone, ou muito simpáticas. Ele não parecia antipático, mas um pouco seco. Até aí normal; podia não saber se expressar, podia ser a primeira vez a procurar por uma acompanhante, poderia estar acostumado com bordéis ou casas de convívio, etc., ou seja, nunca se pode logo tomar um juízo de uma coisa sem analisar múltiplas razões.
Disse que tinha visto o site, e nesse aspecto sim, pareceu muito seguro quando a querer o encontro. Na hora de marcar, porém, como aviso na minha página, muitas vezes peço o endereço de e-mail da pessoa. Isso porque, se da minha parte quero cancelar o encontro, tenho como fazê-lo de forma discreta, sem perturbar a vida pessoal da pessoa. Ele me diz que está de férias, que posso ligar para o seu telemóvel caso pretenda desmarcar. Mas veja… Ele permitia que ligasse para o seu telemóvel porque o único e-mail que tinha era o da empresa e o e-mail da empresa não queria me passar. Detalhe importante: os homens sérios, ou que pretendem uma relação séria, não se importam se o endereço de e-mail é o da empresa ou não. Exemplo de amantes que me contactam pelo e-mail da empresa? O Paternal, o Conterrâneo, etc., ou seja, pessoas meigas e lindas que tanto já descrevi no blog. Ou seja, o facto também de me permitir o contacto telefónico era apenas para aquela altura, enquanto estava de férias e longe das pessoas íntimas. Como se fosse um contacto para uma vez só, só para aquele momento. Não era um bom sinal. Era logo um sinal de que o que ele pretendia era apenas um encontro. E homem que pretende um só encontro não quer construir uma relação; ele quer apenas ter uma relação.
Eu podia estar enganada? Podia. Talvez ele tivesse tido más experiências com acompanhantes que acabaram invadindo a sua vida particular e por isso se recusava a me dar um contacto menos “vago”.
Não estou dizendo que um homem, quando me procura, é obrigado a estar comigo dez mil vezes. Aliás, pode ser que ele até queira estar com alguém dez mil vezes, mas pode ser que eu nem seja essa pessoa, que na hora do encontro a gente veja que não é ao outro que quer, talvez outra, diferente. Mas é preciso haver, dentro dele, essa necessidade sim, esse desejo, ou seja, o desejo de estar com alguém frequentemente, o desejo de construir uma relação com essa pessoa.
Já já continuo…
Ainda nada
Agosto 29, 2008
O Ulisses me avisou antes que as minhas páginas, excepto o blog, já estavam entrando correctamente. Aqui ainda nada. Também pudera, aqui o negócio é lento, lento. Não devia usar essa net por cabo, porque toda vez que acontece uma coisa dessas eu sou uma das últimas pessoas a ver o meu próprio site online.
Ainda não tenho nada 100% decidido – preciso resolver uma coisa de cada vez – mas estou me aconselhando com uma empresa aí. Gostei dos conselhos que me deu, mas, por outro lado, eu não vejo o meu site como um “projecto em crescimento”. Sim, ele sempre cresceu, desde há 3 anos atrás muita coisa foi feita. Mas tipo assim, o meu objectivo não é que ele cresça mais. Aliás, para ser muito sincera, acho que fico muito tempo no computador. Não é que eu não goste, mas não acho legal, legal para mim, digo. Sabe, tem um sol lindo lá fora, e por vezes estou aqui, horas e mais horas consertando alguma coisa, mexendo em algum código, respondendo e-mails inúmeros.
Sabe qual sempre foi o meu problema? Excesso de responsabilidade. Meu segundo problema? Excesso de responsabilidades.
Diurna
Agosto 28, 2008
Por vezes me perguntam a razão de ser uma pessoa mais diurna no acompanhamento, quando muitas imaginam que o meu maior “movimento” é à noite.
Sou uma pessoa mais diurna por uma simples razão, uma razão estatística, aliás. Pelo simples facto de ter percebido que, em pelo menos 70% dos casos, os homens que me procuram durante o dia são muito melhores – principalmente enquanto pessoas – do que aqueles que me procuram à noite. Já trabalhei tanto à noite quanto de dia, quanto também 24h, e sinto logo a diferença.
“Mas como as pessoas trabalham, é mais fácil terem tempo à noite” – alguém me diz. Entretanto, aqueles que me procuram durante o dia também trabalham… Mas são pessoas que, apesar de trabalharem, conseguem arranjar um tempo para estar comigo…
Além disso tem outra vantagem: os homens do dia são mais discretos que os homens da noite. Os homens da noite têm outro tipo de liberdade – mais alargada que os homens do dia – logo grande parte valorizará o encontro muito menos que os homens do dia.
Não é regra absoluta, mas muitas vezes o pior homem é aquele que quer um encontro contigo por volta das 4 e 6 da manhã (digo, para quem atende 24h e no mesmo dia). Porque nesse horário a procura maior é daquelas pessoas que estão vindo das festas e das discotecas, por vezes com algum álcool no sangue. A questão é que essas pessoas, muitas vezes, tinham a intenção de ter uma companhia gratuita naquela noite. Ou seja, conhecer uma mulher e ir para a cama com ela. Não atingindo tal objectivo, a opção que resta é contactar uma acompanhante. Mas aí é que está o problema, a acompanhante só é uma opção quando todas as outras falharam. Aí vem também a questão do álcool, que pode ser mais frequente neste horário que em outro. Sexo e álcool são coisas que não combinam. O homem até pensa que está “abalando” no sexo, mas não está. Do lado contrário as coisas também não são tão simples. Sempre desconfiei do homem que gosta de fazer sexo com mulher bêbada. Acho que quando um homem gosta de fazer sexo com uma mulher bêbada é porque tem medo da sua consciência; tem medo que, sem o álcool nas veias, ela possa não ser tão interessante ou tão “dada” a ele. E se pensa assim… bem, ele não deve ser tão boa pessoa assim, muito menos ter “boas intenções”.
Perdi o pique
Agosto 27, 2008
Estou cheia de coisas para contar, mas perdi até o pique.
Já mandei dois e-mails para o senhor da empresa A e até agora sem resposta alguma. Tentei ligar para o telemóvel dele, mas está desligado, se é que já não está permanentemente desligado, não sei.
O que sei é que estou preocupada, mesmo preocupada. Preocupada e cheia de coisas para fazer, mas amarrada com essa situação.
Olha, estou chateada…
Agosto 26, 2008
Olha, estou chateada. Não me convinha que o amanteprofissional.com ficasse fora do ar, ainda mais tendo tantas coisas a fazer nele (e ainda mais eu tentando ser tão organizada e viciada em análise SWOT para tudo). E principalmente assim, sem aviso prévio, e pior ainda, sem ainda ter obtido a resposta que pedi por e-mail. Vamos ver no que dá.
Sem blog de novo
Agosto 26, 2008
Pois é, foram quatro meses com o blog funcionando direitinho, eu devia ter desconfiado…
Entrei em contacto com a empresa de alojamento, o problema foi a bagunça que virou. A questão é que comprei o domínio amanteprofissional.com e com eles o alojamento para o amanteprofissional. Dentro desse alojamento posso inserir mais vários domínios para estarem alojados lá, entre eles o alugomeucorpo.com.
Mas aí veja bem… Além do alugomeucorpo.com comprei outros domínios também, que estão alojados no mesmo sítio, ou seja, tudo no mesmo alojamento do amanteprofissional.com.
Mas então essa empresa onde eu tinha comprado o alojamento e alguns domínios teve um problema, suponho que financeiros, e foi passada para outra empresa. Ou seja, todos os clientes dessa empresa que chamemos de A agora são de responsabilidade dessa empresa B.
O problema é que essa empresa B. não aceita sites adultos. Aí fiquei na maior dúvida porque, afinal, todos os blogs que estavam alojados nessa mesma conta do amanteprofissional.com são adultos, ou então eu, justamente par não ter chatices, coloco com o aviso de que a página tem conteúdos adultos. O Alugo o meu corpo, por exemplo, não é um blog adulto, é apenas o blog do meu livro. Entretanto, porque é um livro sobre a prostituição – diário de um bordel -, logo havendo a palavra prostituição o blog poderia ser tido como adulto, por isso fiz questão de colocar o aviso na página inicial.
Todavia, como a empresa B. começou a me mandar e-mails falando de actualizações que estavam sendo feitas, mudanças de servidor, etc., pensei que, afinal, tinham ficado com todos os meus sites, e que estes já nada tinham a ver com a empresa A.
Só que agora entrei em contacto com a empresa B e me disseram que o amanteprofissional.com é da responsabilidade da empresa A, e não deles. Eu inclusive renovei dois domínios com eles – com a empresa B – recentemente, entre eles o domínio alugomeucorpo.com, e outro site que também tenho que é adulto (mas um site que não costumo divulgar, não é blog, é apenas site).
Pelo facto de falar sobre a prostituição, o Alugo o Meu Corpo deveria ser considerado adulto. Ok, está tudo relacionado com o livro, mas eu justamente coloquei um aviso de conteúdo adulto na página inicial alugomeucorpo.com justamente para não ter chatices se quiser usar um outro tipo de linguagem. E esse outro site que renovei o domínio com a empresa B idem, ou seja, também tem conteúdo relacionado com o sexo.
Mas aí veja bem… Segundo me parece, então o único site que a empresa B. considerou como “adulto” foi o amante profissional.com. Mas certamente não será por ter conteúdo adulto ou não, afinal os outros também falam de coisas que podem ter conteúdo adulto, todos os outros aliás tem esse aviso de conteúdo adulto na primeira página. A questão, na verdade, é o número de visitas, o tráfego. O amanteprofissional.com sempre foi o meu espaço principal, e também o mais visitado.
Mas a questão é mesmo esta: o amanteprofissional.com ficou sob a responsabilidade da empresa A e todos os meus outros pela empresa B. Que bagunça.
Entrei em contacto com a empresa A esta madrugada. Por causa de o site ter saído do ar e para saber como fica a situação. Até agora não tive resposta.
A empresa B, quando me respondeu dizendo que o amanteprofissional.com era responsabilidade da empresa A – gentilmente me passando o contacto de e-mail da mesma – me disse que o amanteprofissional.com já lhe parece funcional.
Ou seja, agora depende do provedor. Eu uso netcabo, aqui ainda não está funcionando. Pode ser que você esteja me vendo falando que o site está fora do ar e para você não esteja, mas para mim ainda está.
(Aliás, se já está no ar deve ter aparecido um post novo, o que dá a entender que já tenho acesso ao site. Mas não… A questão é que tinha deixado um post programado…)
Tenho recebido vários contactos dizendo que o site está fora do ar. Aliás, já tinha recebido e-mails informando sobre isso antes de estar fora do ar para mim. Foi aí que reparei no número de visitas, menor que o habitual, e percebi que se passava o mesmo de antes, ou seja, em breve ele sairia do ar…
Ou seja, agora não tenho outra solução, a não ser esperar. Quanto tempo não sei.
Última entrevista recente
Março 29, 2008
Uma coisa que esqueci de falar… Aquela minha amiga do Porto afinal não aceitou mesmo dar a reportagem. É o que ela me disse, prefere estar discreta no canto dela, com os clientes dela, e eu concordei, afinal foi o que lhe disse, tem que fazer o que acha melhor para ela.
Outra coisa que esqueci de falar… Essa entrevista que dei para a TSF foi a última das recentes. Conforme disse antes, a Alexandra tinha me contactado há mais de um ano atrás me falando sobre essa ideia dessa reportagem, e depois voltou a me contactar (se não me engano em Dezembro), a seguir falamos em Janeiro ou em Fevereiro, ela veio do Porto até aqui, muito querida.
Agora não tenho os arquivos dos posts para me salvarem a memória fraca, mas sei que nessa mesma altura – sem que um veículo soubesse do outro – estava rolando aquela entrevista para o Canal MOV e aquela participação ao vivo ao lado da Soraia Chaves na TVI.
Mas depois disso decidi que não aceitaria mais nenhum convite da imprensa, pelo menos por um tempo, só aceitei encontrar com o Nuno da Sábado – para conversar – porque, como tinha feito o prefácio do Antonio Salas, ou seja, tinha escrito sobre o livro, também poderia falar sobre ele, não ia recusar de divulgar um livro que gostei e que afinal até fiz o prefácio, aliás, foi na Editora que me perguntaram se estaria disponível para falar do livro do Salas.
O que quero dizer é que, quando o foco é a prostituição ou o acompanhamento, por enquanto estou dando um tempo, ou seja, não ando aceitando convites. Isso porque, vocês podem pensar que não, mas quando se fala muito num tema acaba por se deixar cair na apelação e na vulgarização, e por isso é necessário deixar esquecer um pouco. Eu nem pensava em aceitar o convite da Alexandra, porque quando se tornou concreto e com data marcada eu já estava sabendo das outras duas situações na imprensa, mas aceitei porque ela me mostrou que tinha a ideia de fazer um trabalho sério, mas também, principalmente, porque afinal ela já tinha me contactado há mais de um ano.
Isso não quer dizer que não aceite colaborar anonimamente – sem o nome “Paula Lee” e sem a assinatura “amanteprofissional.com” – com algumas pessoas, principalmente se vejo empenho e seriedade. Nos últimos tempos, por exemplo, fui contactada por duas mulheres que estão fazendo trabalhos relacionados com o tema, o trabalho de uma delas por exemplo tem o foco nas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis, achei interessantíssimo) e já colaborei com muitos outros trabalhos assim, não me canso de mandar textos enormes respondendo perguntas.
Se estou falando sobre isso agora é porque sei que aqui em Portugal – e possivelmente em toda parte do mundo, não sei, deve ser – quando você dá uma entrevista começa a aparecer mais um número enorme de propostas para falar da mesma coisa ou de outra coisa quase igual. Por isso, ao recusar o convite, não pense que é algo pessoal ou contra o seu profissionalismo ou veículo, mas simplesmente, quando o foco tem alguma “receptividade” perante o público - seja a prostituição, o acompanhamento, o sexo, etc. – se aceitasse sempre falar do assunto, ao invés de melhorar o sector ou a actividade, acabaria por fazer disso um circo, algo apelativo, ia chegar uma hora e todo mundo ia enjoar do assunto, ou inclusive – independente do que diga ou do que apareça no seu veículo – causar aquele ar chateado, “ai, meu Deus, de novo sobre isso? Não há outro assunto não? Não há outras coisas para se falar? Tem sempre que vir uma matéria sobre a prostituição ou sobre o acompanhamento, como se mais ninguém nesse país tivesse alguma coisa para dizer?”, e, mesmo que não me prejudique, eu poderia estar, sem querer, prejudicando o sector.
Tenho consciência de que o meu ramo de actividade depende em muito da discrição. O facto de ter dado algumas entrevistas, de escrever gratuita e incansavelmente no meu blog sobre o assunto não é com o intuito de quebrar com essa discrição, mas justamente o contrário, fazer com que as pessoas percebam a necessidade dessa discrição, que percebam a parte humana, fazer com que se possa melhorar as relações humanas, etc. Mas tenho consciência de que o peso na imprensa é outro, até porque, num blog, uma pessoa pode escrever o dia todo sobre mil assuntos, enquanto na imprensa o assunto é aquele entre outros e aquele naquele dia porque alguém decidiu que assim fosse, e por isso centraliza-se mais, ganha-se mais importância, e por isso tenho que pensar muito antes, mas por enquanto é o que falei, acho melhor dar um tempo.
Como resolver o problema da ejaculação precoce – Parte 1
Março 28, 2008
Eu, particularmente – e isso é uma coisa minha, apenas minha – não costumo usar aqueles preservativos para retardar a ejaculação.
Ah, por que você quer que o homem seja rapidinho, né? Não, cara-pálida, mim não querer isso agora, risos… Aliás, se tem uma coisa que os clientes não podem reclamar de mim é da pressa, muito pelo contrário, porque sou lenta por natureza, gosto de tudo com calma. Pressa era uma coisa que era obrigada a ter nos tempos de bordel, onde o ritmo é outro e eu não podia controlar o meu tempo.
Os preservativos para prolongar o prazer e assim retardar a ejaculação são sim uma boa opção, afinal cada um tem um tipo de sensibilidade. Mas eu, particularmente, só uso soluções desse tipo quando vejo que não há outras saídas possíveis.
Aliás, como sabem tenho um blog chamado Brinquedos para Adultos - também está fora do ar e redireccionado para cá, você poderá visitá-lo no dia 1, todos os meus blogs ficaram fora do ar por causa do grande volume de visitas que fez exceder o limite de tráfego – que tem vários acessórios e produtos para resolver a questão da ejaculação precoce, e ainda assim aconselho-os apenas como complementos, e não para substituir ou serem insubstituíveis, mas apenas como alternativas para complementar. Além dos preservativos poderia falar de muitos outros produtos, como o pau de cabinda, etc., mas apenas indico para os clientes em casos em que não podem estar comigo, porque comigo prefiro resolver a situação de outra forma. Imagine se um homem chegasse aqui no meu quarto e eu dissesse: “Tome esse comprimidinho aí para você demorar mais…”, para mim era a mesma coisa que dizer “Vou usar esse preservativo aqui para você demorar mais”…
A primeira razão de enquanto amante profissional não ter o costume de usar o preservativo para prolongar a relação já sabem, é o facto de achar que acessórios, produtos, etc. são apenas complementos, ou seja, servem para complementar e não para substituir… Mas já continuo, esperem…